- Nacionalismo como causa da 1ª guerra mundial
As razões para a eclosão da I Guerra Mundial são uma questão complexa uma vez que decorrem de uma multiplicidade de fatores tais como:
* Imperialismo;
* Disputas prévias não resolvidas;
* Um complexo sistema de alianças;
* Governos não-unificados;
* Atrasos e discrepâncias nas comunicações diplomáticas;
* Corrida armamentista;
* Planejamento militar rígido;
* Movimentos Ultra-nacionalistas, como o Irredentismo.
O sistema de estados , por vezes referido como o sistema de Vestfália, foi desenvolvido na Europa desde meados do século XVII. O Nacionalismo ou Patriotismo podem, em parte, ser encarados como uma expressão ideológica popular deste sistema. Para se entender o porquê de as populações europeias estarem predispostas a uma guerra em 1914, muitos historiadores acreditam ser necessário analisar as origens dessas ideologias.
No seguimento da Revolução Francesa (1789-1799), Napoleão Bonaparte tomou o poder na França. Os exércitos de Napoleão marcharam sobre toda a Europa, trazendo à mesma não só um domínio efetivo francês mas também suas ideias. O surgimento de ideais nacionalistas, devoção e amor pelas ideias de uma massa coletiva de pessoas tornou-se cada vez maior durante as Guerras Napoleonicas.Napoleão encorajou a difusão do nacionalismo, o que no seu entender "oleava" a grande "máquina de guerra" francesa. A população francesa começou a ter orgulho na sua cultura e etnia. O Mundo assistiu então pela primeira vez ao fenômeno nacionalista e assistiu ao enorme poder que os franceses dele retiraram.
Nota: O atentado de Sarajevo é considerado hoje como o estopim da guerra, ou seja, o pretexto que era necessário para o inicio das batalhas, e não como uma causa direta.
- Nacionalismo e extrema direita: nazismo, fascismo e a 2º guerra mundial
A Segunda Guerra Mundial foi decorrente de um conjunto de factores de uma profunda crise economica e grandes tensões políticas e sociais em várias partes do Globo. Nesta conjuntura despontaram regimes autoritários, sobretudo na Alemanha, na Itália e no Japão. A ideologia expansionista principalmente destas potências levou-as a apetrecharem militarmente.Nasceu assim, um clima de tensão internacional, que ficou marcado por várias ações belicistas.
Uma das causas mais fortes teria sido o nacionalismo, fonte das agressões da Alemanha, Itália e Japão. Os regimes fascistas existentesna época nestes países, foram sendo construídos com base num sentimento nacionalista. Adolf Hitler e o Partido Nazista usaram o sentimento nacionalista, na altura bastante explícito na sociedade alemã, de maneira eficaz. Na Itália, a ideia da restauração de um Império Romano era atrativo para muitos habitantes desse país. No Japão, o nacionalismo, como sentimento de sentido de dever e honra, dedicado especialmente ao imperador, tinha já séculos de prevalência.
Outras causas subjacentes para a Segunda Guerra Mundial
- A crise político-econômica mundial do período entre-guerras.
-Militarismo.
-Imperialismo;
-Disputas prévias não resolvidas;
-Um complexo sistema de alianças;
-Governos não-unificados;
- Atrasos e discrepâncias nas comunicações diplomáticas;
- Corrida armamentista;
- Planejamento militar rígido;
- Movimentos Ultra-nacionalistas, como o Irredentismo.
- Nacionalismo e terrorismo: conflitos no leste europeu e terrorismo na Espanha
- Conflitos no leste europeu
Esse sentimento de "aldeia global", sem dúvida, contribuiu, concomitantemente, com Históricos para a eclosão da onda de separatismo que assolou o Leste Europeu. A crise na Europa Oriental pode ser resumida por dois fatos principais: o esfacelamento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e o desmembramento da República Socialista Federativa da Iugoslávia.
No último censo realizado em 1981, uma minoria declarou-se iugoslava. A maioria da população considerou-se sérvia, croata, eslovena, macedônica, montenegrina, albanesa, húngara, muçulmana, cigana, etc. A constituição federal, promulgada em 1973, quando Tito já mostrava sinais de enfraquecimento, procurou atender aos clamores mais exaltados, como forma de refrear os ânimos. Assim, além de conceder muito mais autonomia às repúblicas, facultou a cada etnia o direito de manifestar livremente sua cultura, tradições, credo, etc. Desta forma, juntamente com a diversidade floresceu também o anseio crescente de liberdade em todo o país. Apesar disso, durante algum tempo, a convivência foi pacífica. Os dois principais grupos étnicos: sérvios e croatas, todavia, sustentavam uma rusga centenária que, aliás, foi a razão imediata da eclosão da crise. Não fosse ao advento do Comunismo, na década de quarenta, os conflitos teriam acontecido bem antes. O Comunismo conseguiu colocar "panos quentes" nos sentimentos fortemente antagônicos existentes entre sérvios e croatas.
- Terrorismo na Espanha
Em Espanha , ao longo de sua história, muitos indivíduos, organizações ou o próprio Estado tem usado o terrorismo para fins diferentes, causando centenas de mortes. ETA é o mais antigo grupo organizado de pessoas que usam o terrorismo hoje. Por outro lado, os ataques de 11 de março, 2004 tem sido o maior da história.
O primeiro ataque pela ETA foi o assassinato de José Pardines Arcay agente da Guarda Civil em 1968 .
Até 30 de dezembro de 2006 , quando ele matou sua última vítima, dois cidadãos equatorianos no atentado de Barajas T4 causou 873 mortes que ocorreram tanto durante a ditadura e durante a democracia .
Objetivos do ETA são amplas, incluindo militares , policiais , políticos , jornalistas , empresários , etc. e embora nunca tenha reconhecido a sua intenção de causar ataques indiscriminados, que atribuem à "erros de cálculo" causaram mortes reais como Foi o caso Hipercor .
Atividade do ETA tem vindo a diminuir ao longo dos anos, principalmente devido à ação da polícia e da rejeição social e política progressiva de suas ações. Sus últimas vítimas mortais Sua última fatalidades foram polícia e Julian Bonifacio Martin Hernando Clarão da lua em 2003, mas continuou o resto das suas ações até 24 de março de 2006 , quando anunciou um "cessar-fogo permanente" o que levou ao chamado processo de paz e na qual o primeiro-ministro , José Luis Rodríguez Zapatero , em 29 de junho de 2006 , anunciou à imprensa em uma declaração oficial na Câmara dos Deputados no início de conversações diretas com a ETA.
- Nacionalismo e Xenofobia
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